Execução do OGE para 2019 está em stand by e faltam dois meses para o fim do ano.

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«Já implementamos as medidas recomendadas pelo FMI», desabafou o ministro das Finanças. Osvaldo Vaz, apontou a subida do preço dos combustíveis, e as acções em curso a nível legislativo com vista a implementação do Imposto Sobre o Valor Acrescentado(IVA).

O executivo são-tomense vive uma situação financeira aflita. «Se conseguirmos o acordo com o FMI ainda na primeira semana de Outubro, imediatamente começaremos a receber os fundos, de acordo a expectativa dos nossos parceiros», frisou o ministro.

É lamentável vivermos nestas condições, é lamentável vivermos com tanta ansiedade, o país está parado a espera das vontades da Europa, isso é lamentável.



O Governo, através do Ministro das Finanças, Osvaldo Vaz, anunciou que o mais tardar, até a primeira semana de Outubro, São Tomé e Príncipe deverá assinar com o FMI, o acordo de facilidade de créditos.

Sem o acordo com o FMI, está comprometido a execução do Orçamento Geral do Estado para o ano corrente. «Os nossos grandes parceiros ainda não apoiaram o Orçamento Geral do Estado para este ano. Com excepção da República Popular da China, e de um atrasado da União Europeia, que foi desbloqueado…, nós ainda não recebemos nenhum apoio externo directo ao Orçamento Geral do Estado», explicou o Ministro das Finanças.

O orçamento geral do Estado para 2019, está avaliado em 150 milhões de dólares. O Estado são-tomense só garante 3% das verbas inscritas no OGE. 97% do valor é assegurado pela ajuda financeira internacional.



Parecemos uma criança a espera da mesada do pai, temos que limpar bem a casa, ir apanhar água, lavar a loiça para que ele se sinta feliz e nos dê a mesada.

Estes políticos deveriam ter vergonha de se considerarem políticos de um “país”.

Artigo original publicado por tela nón

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