ADI marca conselho nacional afim de decidir se haverá congresso no sábado, dia 30 de Março.

Partilhar é ajudar!

[Total: 2   Average: 5/5]



A notícia fi avançada pelo jornal Diário de Notícias, segundo esta fonte noticiaria, Agostinho Fernandes, único candidato à liderança do ADI, disse hoje à televisão pública são-tomense (TVS) que tem “dúvidas quanto à legalidade deste conselho nacional”, mas afirmou que respeitará “todas as decisões que venham a ser tomadas” por este órgão do partido.

“Eu respeito todas as decisões tomadas pelos órgãos soberanos do partido”, disse o candidato.

Segundo a fonte, Agostinho Fernandes considera “não muito séria” a convocação desta reunião, onde, disse, não estarão representados militantes da Região Autónoma do Príncipe, “uma vez que [o conselho nacional] foi convocado à pressa, para ser realizado numa quinta-feira, coisa que raramente se vê” em São Tomé e Príncipe.

Neste concelho estarão pessoas que acham que o congresso deverá ser realizado no dia 30 e outras que não.

Proferiu também que pretende “preencher o vazio atual no ADI” e comentou que esperava que “todos os militantes e dirigentes do partido abraçassem” a sua candidatura, lamentando ter encontrado uma forte oposição interna.

Questionado sobre se não receia uma eventual sabotagem do congresso, o candidato único à liderança do ADI afirmou: “Neste momento receio tudo”.

“A postura dessas pessoas surpreende-me. Eu convivi com elas no partido durante quase dez anos, estivemos juntos nas eleições de 2018, trabalhamos juntos, conhecemos o partido, mas confesso que estou profundamente surpreendido com essa postura, resultante apenas da apresentação de uma candidatura”, explicou.



“Eu não me declarei presidente do ADI, apresentei uma candidatura para uma eleição que vai ter lugar no dia 30, eu não consigo perceber como é que, por esse simples facto haja tanto desferimento de ódio, insultos, mentiras, por isso é de recear tudo”, acrescentou.

“Eu não sei o que é que Patrice Trovoada pensa, não disse rigorosamente nada sobre os problemas que se passam no ADI, nem tão pouco se exprimiu em relação à mensagem que eu lhe enviei, informando que eu iria me candidatar, e caso ele não fosse candidato ou não tivesse outra preferência, que eu iria contar com o apoio e experiência dele”, rematou Agostinho Fernandes.

E a pergunta continua no ar, afinal haverá congresso ou não?

Partilhar é ajudar!