O Paludismo voltou 5 anos depois, de quem é a culpa?

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Em 2016 registou-se nova tendência de ressurreição do mal maior. Apesar de não ter sido divulgado os dados do recrudescimento da doença, na roça Lembá no norte da ilha de São Tomé, a aflição da população local, face ao ressurgimento do paludismo. Dos cerca de 500 habitantes da roça, pelo menos 300 tinham sido atacados pelo paludismo, segundo as declarações dos moradores.




Em Fevereiro de 2019, Edgar Neves, o novo Ministro da Saúde lança um alerta nacional para combate ao paludismo. O Ministro que se reuniu com os representantes das autarquias e da comunicação social, defende acções sincronizadas para travar o avanço do paludismo. Um avanço que segundo o ministro começou a ser notado nos últimos 3 anos, altura em que os dados sobre a prevalência da doença não eram tornados públicos.

O Ministério da saúde que está a redefinir a estratégia de combate à doença, prometeu divulgar os dados que demonstram o comportamento do paludismo nos últimos anos.




Para já os números avançados pelo Programa Nacional de Luta Contra o Paludismo, e referentes ao mês de janeiro de 2019, indicam que a incidência triplicou em relação ao mesmo período de 2018. No mês de Janeiro de 2019 foram registados 180 casos de paludismo em todo o território nacional.

O Director do programa de luta, Hamilton Nascimento, justificou a tendência de retorno do paludismo, com o comportamento da população em recusar a pulverização das suas casas.




Mais interessante ainda, é o facto segundo o Director do Programa de Luta Contra o Paludismo, de os técnicos que trabalham nas campanhas de pulverização, realizarem mal a pulverização das casas. Um comportamento que segundo o director, visa evitar a erradicação do paludismo, e desta forma assegurarem os seus empregos como técnicos de pulverização para sempre.

Fonte: Tela nón

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