Para ser Dubai é preciso muito mais do que palavras.

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Em 2014 o Primeiro Ministro São – tomense trouxe promessas de transformar o país num Dubai africano, o problema não está no sonho estava no que fazer para atingir o sonho.

Este tipo de sonho se constrói com trabalho e sem corrupção, que não foi o que aconteceu nos últimos 4 anos. Vejamos exemplo de alguém que decidiu trabalhar apenas e foi apelidado não de Dubai mas de Singapura Africana.

Ruanda

Ruanda cresce, ganha apelido de “Singapura Africana” e prova mais uma vez que a liberdade econômica gera prosperidade


Kigali ou Quigali é a capital e maior cidade de Ruanda.
Ruanda é um pequeno país terrivelmente pobre situado bem no centro do continente africano, é o país mais densamente povoado da África, não possui saída para o mar e é rodeado por outros países igualmente pobres. Recentemente o país passou por conflitos étnicos e recebeu atenção mundial em 1994 devido à um genocídio que matou mais 800 mil pessoas.


Assim como os demais países que passaram por situações deste tipo, sua economia ficou em frangalhos e sua situação social se tornou calamitosa.

Desde então porém, o combate à corrupção e a criação de um ambiente favorável aos negócios e ao capital externo está fazendo a economia se recuperar de forma tão promissora que alguns já o chamam de “A Singapura Africana”.
fonte: http://www.economist.com/node/21548263

Em 2009, uma reportagem da rede de notícias CNN classificou Ruanda como tendo a história de maior sucesso do Continente, tendo alcançado estabilidade, crescimento da economia (a renda média triplicou nos últimos dez anos) e integração internacional. Em 2007, a revista Fortune publicou um artigo intitulado “Why CEOs Love Rwanda” (Por que os CEOs amam Ruanda, em tradução livre).



A capital, Kigali, é a primeira cidade africana a ser galardoada com o Habitat Scroll of Honor Award, em reconhecimento de sua “limpeza, segurança e conservação do modelo urbano”.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ruanda

O PIB de Ruanda foi um dos que mais cresceram no mundo em 2012, com uma alta de 7,7%. Nos anos anteriores uma taxa semelhante foi registrada: 8,6% em 2011 e 7,2% em 2010. O país vem mantendo uma taxa de crescimento semelhante desde 2003. A inflação também voltou para a casa de um dígito desde então.

O país foi classificado pelo Banco Mundial como o 52º país do mundo em ambiente para negócios. (O Brasil é somente o 130º) Também segundo o Banco Mundial, o país atingiu tais resultados através de várias reformas estruturais e institucionais, iniciadas a partir de 2000, que fortaleceram o setor privado e facilitaram o comércio externo.
fonte: http://portugues.doingbusiness.org/reports/global-reports/doing-business-2013



Segundo a descrição dada pelo CIA, The World Factbook, o país tenta superar suas limitações territoriais promovendo o comércio com países vizinhos, sua política fiscal é focada em financiar o essencial: Combater a pobreza, oferecer educação, saúde e infraestrutura e os investimentos domésticos e externos vêm tendo o apoio de reformas orientadas para o mercado. O sucesso econômico e social do país trouxe reconhecimento internacional e o transformou em uma referência.

A crise internacional atingiu as exportações de minerais, mas a economia se recuperou impulsionada pelo setor de serviços.
fonte: https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/rw.html



Pra quem acha que o sucesso econômico está de alguma forma, desvinculado do progresso social, Ruanda também vem se saindo bem em diminuir a pobreza.
Em 2000 eram 74,56% da população vivendo com menos de US$ 1,25 por dia. Em 2007 eram 63,17%.
fonte: http://povertydata.worldbank.org/poverty/home/

E para quem, ainda assim, só acredita vendo, segue abaixo uma série de fotos da capital Kigali que ilustram bem o clima de prosperidade:



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