“O meu regresso é para muito breve”, afirmou o atual chefe do Governo são-tomense, em entrevista à Lusa, adiantando que, na próxima semana, estará no país para dar posse ao Governo Regional do Príncipe, na sequência das eleições legislativas, autárquicas e regional, que decorreram em 07 de outubro.
Patrice Trovoada, que saiu de São Tomé e Príncipe poucos dias depois das eleições, rejeitou críticas da oposição à sua ausência, depois de o presidente do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe – Partido Social Democrata (MLSTP-PSD), Jorge Bom Jesus, ter afirmado que o país, “já de si bastante degradado, está neste momento parado”.
“O país não está à deriva”, contrapôs Patrice Trovoada, acrescentando: “Os salários estão pagos, os serviços todos, o hospital, as escolas, estão a funcionar, as pessoas vão às suas ocupações. Isso é um discurso propalado pela oposição”.
O país “está a funcionar, com as suas dificuldades habituais”, frisou.
Trovoada afirmou que tem acompanhado a governação do país através das novas tecnologias.
“Hoje em dia, as tecnologias permitem-nos trabalhar, através do telefone ou da videoconferência”, comentou.
O novo parlamento será empossado no próximo dia 22, e o Presidente, Evaristo Carvalho, deverá depois dar posse ao próximo executivo.
A ADI tem reclamado a constituição de um governo de base alargada, mas a oposição rejeita, afirmando ter condições de sustentabilidade parlamentar que garantem a governação.
Publicado pelo jornal Observador
Nenhum trabalhador por conta de outrem pode se ausentar do pais sem uma justificação plausível e devidamente autorizada. Esse senhor, pelo tempo que se encontra ausente, deve ter de certeza uma junta médica. Como pode, num momento conturbado do pais, se ausentar sem dar satisfações. Tudo isso, denota prepotência, arrogância, desconsideração e desrespeito peculiar dos que tudo posso fazer e não admito que se questione ou seja, um DITADOR.