Será os partidos de oposição os mandatários das barricadas por falta de enegia elétrica?

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Actualmente na capital São-tomense especula-se que os partidos da oposição estão por trás dos protestos por falta de energia elétrica no páis. 

Muitos os populares, maioria apoiante do governo alegam que os partidos da oposição são os causadores da  desordem pública com vista a desistabilizar o governo e colocar a culpa nos mesmos. 

Depois da divulgação dos resultados das eleições de 7 de Outubro, verifica-se uma pressão imposta ao Presidente da república pelos partidos da oposição, numa tentativa clara de persuadir o mesmo a ultrapassar o procedimento habitual e constitucional que é chamar o partido vencedor das eleições a formar governo.


Mesmo sabendo que pode chumbar o governo no parlamento, a oposição quer evitar mais essa etapa e quer assumir logo o governo de São Tomé e Príncipe.

Num comunicado oficial a oposição nega o envolvimento nestas manifestações e condena os actos, mas não deixa de aproveitar a oportunidade para pressionar mais uma vez o Presidente da República e acusar o actual governo.

Comunicado do MLSTP / PSD

” Sobre os actos de queima de pneus nas vias públicas verificados durante o fim de semana, o MLSTP/PSD vem esclarecer o seguinte:

1- Demarcamo-nos desses acontecimentos e condenamos todos os atos de violência e vandalismo atentadores contra a ordem pública e a segurança dos cidadãos.


2- Apelamos a todos os militantes e ao povo em geral para se manterem calmos e serenos e procurarem sempre formas pacíficas e ordeiras de manifestar o seu descontentamento. A violência não resolve nada e prejudica também os outros cidadãos que nada têm a ver com o assunto.

3- Apelamos às forças da ordem pública para agirem em conformidade e reporem a autoridade do Estado.

Por último, apelamos também ao Governo em gestão e ao Primeiro-Ministro “fugitivo” para encontrar soluções de emergência para mitigar o problema do fornecimento da energia eléctrica às populações até a tomada de posse do novo Governo constitucional. O País não pode continuar parado, condicionado por agendas e interesses pessoais ou de pequenos grupos.

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